Mostrando postagens com marcador Preconceito. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Preconceito. Mostrar todas as postagens

sábado, 28 de maio de 2011

ABSURDO!!! ESTRUPO CORRETIVO....

O “estupro corretivo”, uma prática estúpida de estuprar lésbicas para “curar” a sua sexualidade, se tornou uma crise na África do Sul.

A África do Sul é a capital do estupro do mundo. Uma menina nascida na África do Sul tem mais chances de ser estuprada do que de aprender a ler.

Este problema tem muitas raízes: machismo (62% dos meninos com mais de 11 anos acreditam que forçar alguém a fazer sexo não é um ato de violência), pobreza, ocupações massificadas, desemprego, homens marginalizados, indiferença da comunidade -- e mais do que tudo -- os poucos casos que são corajosamente denunciados às autoridades, acabam no descaso da polícia e a impunidade.

A maioria das vítimas são torturadas, severamente atacadas e as vezes assassinadas! Elas ainda ficam expostas ao HIV/AIDS por causa do ataque e muitas cometem suicídio como resultado do "estupro corretivo".

Nos últimos 10 anos:
* 31 lésbicas foram assassinadas por causa de sua sexualidade [na África do Sul];
* mais de 10 lésbicas são estupradas por semana somente em Cape Town;
* 150 mulheres são estupradas todos os dias na África do Sul;
* de 25 homens acusados de estupro na África do Sul, 24 saem livres de punição.

Se nós chamarmos a atenção para este horror, de todos os cantos do mundo, nós poderemos aumentar a pressão e ajudar a trazer resultados e ações concretas nas negociações com o governo.

Assine a petição agora:

https://secure.avaaz.org/po/stop_corrective_rape/?vl

terça-feira, 17 de maio de 2011

Vencemos mais uma vez!!

Foto tirada do Google Imagens

A lei homofóbica de Uganda caiu!

Parecia que seria aprovada na semana passada, mas depois dapetição com 1,6 milhão de assinaturas entregue ao parlamento, das dezenas de milhares de chamadas telefônicas para nossos governos, das centenas de reportagens na mídiasobre nossa campanha e de uma manifestação global massiva, os políticos ugandenses desistiram da lei!

Estava prestes a ser aprovada -- extremistas religiosos tentaram aprovar a lei na quarta-feira, e então concordaram com uma sessão de emergência sem precedentes na sexta-feira. Mas a cada vez, no espaço de algumas horas, nós reagimos. Um enorme parabéns a todo mundo que assinou, ligou, encaminhou e doou para essa campanha -- com sua ajuda, milhares de pessoas inocentes na comunidade gay de Uganda não acordam nessa manhã enfrentando a execução apenas por causa de quem escolheram amar.

e-mail enviado a mim, que repasso com muito orgulho!!!

domingo, 10 de abril de 2011

Voleifuturo, sem preconceito!!!!!



A Equipe de Voleibol, Voleifuturo,
deu uma aula contra o preconceito!!!!
MARAVILHOSO... PARABÉNS.

quarta-feira, 23 de setembro de 2009

Preconceito

Preconceito é uma idéia pré-concebida, uma atitude de alineação a tudo que que foge dos "padrões normais" da sociedade. As principais formas de preconceito são: racial, social e sexual.



O preconceito racial ou racismo, é caracterizado pela convicção da existência de uma "raça superior", onde a principal função é valorizar as diferenças biológicas entre os seres humanos.


O preconceito social é uma forma de preconceito a deteminadas camadas da sociedade. Provém da divisão das classes sociais, em classe dominante e classe dominada.



O preconceito sexual é discriminar alguém pela sua orientação sexual. Muitos homossexuais ou bissexuais, preferem esconder a sua opção, por temer serem agredidos e insultados pela sociedade heterossexista que acredita que a heterossexualidade é a única manisfestação de desejo sexual "aceitável".
Pois bem.... hoje se sabe que o homossexualismo não se trata de uma opção, mas uma condição - tão humana quanto andar, comer ou respeirar. Mas este assunto, ainda continua sendo um tabu, envolto em preconceitos e na falta de informações.

Descrever a homossexualidade como um "simples" caso de escolha, é ignorar a dor, medos e confusão por que passam tantos homens e mulheres que descobrem a sua opção sexual. É absurdo afirmar que estes seres humanos escolheram deliberadamente algo que os deixam expostos à rejeição familiar, dos amigos e da sociedade.
Será que uma pessoa escolhe viver assim? Será que pode ser julgada e condenada por que não segue os padrões sexuais estruturados pela sociedade?
Ninguém quer conviver com diferenças e marginalizações, mas às vezes elas surgem para nos ajudar a crescer e respeitar o próximo.